- Pela Redação
- 29/05/2023
Márcio Eça do rufandobombonews
O governador Mauro Mendes (União) rebateu, nesta quarta-feira (11), as acusações feitas pelo ex-governador Pedro Taques sobre o acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a operadora Oi S.A., celebrado em 2024. Em tom duro, Mendes classificou as críticas como “denuncismo eleitoral” e acusou adversários de deturparem fatos com motivação política.
“Quando chega ano eleitoral, esse denuncismo e ataques vindos de adversários, principalmente adversários muito desqualificados, começam a aparecer. Todo mundo aqui tem bom senso e capacidade de fazer seu próprio julgamento”, disparou.
Sem citar nomes, o governador afirmou que os mesmos que hoje fazem denúncias “têm uma história péssima” na gestão do Estado. “Alguns deles carregam uma marca de incompetência, de incapacidade. São movidos pela maldade, pelo ódio, pelo rancor, pelo ressentimento, pela inveja. Deturpam verdades e escondem fatos”, afirmou.
Mendes garantiu que a Procuradoria-Geral do Estado irá demonstrar “a claríssima legalidade” do acordo questionado. “Hoje a Procuradoria vai mostrar as verdades que foram deturpadas e os fatos que foram escondidos”, assegurou.
O governador também relembrou a Operação Ararat, da qual foi alvo em 2014, e destacou que acabou absolvido dois anos depois. “Me custou muito caro. No Brasil, qualquer pessoa fala um monte de asneiras. Se você quiser reparar, tem que ir à Justiça, que já está sobrecarregada, para ganhar uma multa de 5 ou 10 mil reais”, criticou.
Em meio às especulações sobre 2026, Mendes não confirmou candidatura ao Senado, mas sinalizou que, caso dispute e vença, pretende atuar para endurecer punições contra acusações que considera levianas. “Eu não sei se serei candidato a senador. Mas, se for e ganhar, um dos meus objetivos será colocar valor na moral do cidadão brasileiro. Não se pode aceitar que ninguém saia acusando, ofendendo e atacando a integridade de pessoas e famílias sem consequências”, declarou.
O governador ainda citou os Estados Unidos como exemplo de país onde, segundo ele, mentiras e acusações infundadas geram punições severas. “Liberdade de expressão sempre será garantida, desde que se fale a verdade. O que não pode é usar isso para mentir, ofender e destruir reputações”, concluiu.
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