- Pela Redação
- 29/05/2023
O artista Zé Felipe retornou ao palco da Festa do Peão de Barretos na noite de quinta-feira (27 de agosto), marcando sua segunda apresentação consecutiva no evento. Durante uma entrevista exclusiva concedida à repórter Maria Rita, o sertanejo revelou que sua ligação com a tradicional festa tem raízes bem mais profundas, remontando à sua infância, quando acompanhava seu pai, Leonardo, em visitas à região.
O primeiro contato de Zé Felipe com Barretos ocorreu em 2006, quando ele tinha apenas oito anos de idade. Naquela ocasião, além de explorar as instalações da festa e conhecer uma fazenda local, o jovem artista se aventurou em uma modalidade inusitada: uma competição de rodeio de carneiro, onde conseguiu alcançar uma posição honrosa no pódio.
Questionado sobre os detalhes dessa experiência memorável ao lado de seu pai, o cantor sertanejo rememorou com entusiasmo os momentos vividos durante aquela viagem. Em suas palavras, Zé Felipe descreveu com vivacidade como foi participar do evento: "Eu vim em 2006 em Barretos. Fui lá na fazenda, vi o boi bandido, aquele boi da cara branca, ele até morreu aquele boi. Eu vim em 2006 para um rodeio de carneiro aqui era o Jotinha, dos Agroboy, que anunciava, eu fiquei em 3º lugar no rodeio de carneiro e foi a primeira vez que eu vim para Barretos".
Apesar da excelente colocação alcançada na modalidade de rodeio de carneiro, o artista não nutriu aspirações em prosseguir com uma carreira dedicada às montarias e competições do universo do rodeio. Quando a repórter Maria Rita indagou se ele jamais considerou continuar praticando esse esporte ao longo dos anos, Zé Felipe respondeu com bom humor: "Não, para que, né? Se machucar atoa".
A conversa entre o cantor e a repórter também se estendeu para tópicos relacionados à gastronomia característica de eventos como a Festa do Peão. Ao mencionar preparos culinários e ingredientes diferenciados, incluindo molhos sofisticados como o chimichurri, Maria Rita demonstrou curiosidade sobre se o artista costuma explorar e experimentar iguarias diferentes durante esses eventos.
Mantendo total transparência sobre suas preferências culinárias, Zé Felipe deixou evidente sua inclinação por preparos mais tradicionais e familiares, demonstrando certa resistência a inovações gastronômicas: "Eu não gosto desse trem não, é feio demais [molho chimichurri]. Como se come o que não conhece? Só se come o que conhece, arroz, feijão e bife".
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