- Pela Redação
- 29/05/2023
Durante o lançamento do livro "O Que Fica Depois de Você?", de Gustavo Oliveira, realizado no Fashion Mall no Rio de Janeiro na terça-feira (3), Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso concederam entrevista a Monique Arruda abordando temas relevantes como o fenômeno do cancelamento nas redes sociais e a saúde mental. Os atores compartilharam suas perspectivas pessoais sobre esses assuntos, revelando detalhes sobre sua vida profissional e emocional.
Quando questionado sobre a onda de críticas relacionadas a Marina Ruy Barbosa, Bruno revelou não estar acompanhando atentamente o caso. Segundo o ator, apesar de ter visualizado uma manifestação de João Vicente de Castro em apoio à colega de profissão, ele mantém seu foco nas atividades laborais. "Eu estou trabalhando, estou focado. Só vi o João falando alguma coisa, defendendo ela", comentou Bruno.

Giovanna, por outro lado, ressaltou que ela própria e seu esposo já vivenciaram momentos similares de rejeição digital. A atriz evocou uma polêmica anterior envolvendo Marina Ruy Barbosa, relacionando-a a um período em que diversos nomes da indústria do entretenimento sofreram críticas coletivas. "Eu acho que eu estava muito nessa época aí de 'Surubão de Noronha'. Foi nessa época aí do cancelamento, que todo mundo foi cancelado", recordou.

Experiências com acompanhamento psicológico
A discussão evoluiu naturalmente para o tema da saúde mental quando Bruno foi indagado sobre sua relação com a terapia. O ator respondeu de forma afirmativa e aproveitou a oportunidade para fazer uma declaração carinhosa ao seu profissional de acompanhamento. "Óbvio! Quem não faz hoje em dia? A pessoa que não faz é louca. Aliás, um beijo para o meu terapeuta. Você é um anjo", expressou com humor.
Bruno revelou que iniciou seu processo terapêutico recentemente, porém já consegue perceber os resultados significativos dessa escolha. "Hoje em dia, eu acho que quem não faz é louco, porque eu fui louco de não ter feito antes. Eu amo", afirmou com convicção.

Giovanna compartilhou que mantém acompanhamento terapêutico há um período considerável e informou que seus filhos também recebem esse tipo de atendimento. A atriz ressaltou uma questão importante: embora ela e Bruno desfrutem de recursos financeiros que facilitam o acesso à terapia privada, considera fundamental que esse serviço seja democratizado e disponibilizado para a população de menor poder aquisitivo.
Ela mencionou a existência de programas de atendimento psicológico oferecidos pelo Estado e celebrou a ampliação do acesso ao cuidado emocional e mental entre diferentes camadas sociais. Bruno concordou com essa perspectiva e citou o exemplo concreto de uma parente que utiliza serviços terapêuticos públicos em Barcelona, na Espanha.
Para o casal, o acompanhamento psicológico transcende uma opção pessoal, constituindo-se como uma necessidade coletiva que deve ser implementada desde as fases iniciais da vida, garantindo que crianças e adolescentes tenham acesso ao suporte emocional necessário para seu desenvolvimento saudável.
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