- Pela Redação
- 29/05/2023
Fernando da Silva Dias, de 35 anos, foi descoberto sem vida na tarde de quarta-feira, 24 de junho, dentro de um Fiat Strada preto estacionado às margens da BR-364, no município de Sapezal, a aproximadamente 494 quilômetros de Cuiabá. O homem estava desaparecido desde 14 de junho, quando sua família começou a procurá-lo desesperadamente.
A localização do veículo ocorreu em uma região de difícil acesso, a cerca de 40 quilômetros da cidade, na direção de Brasnorte. Segundo o delegado Hugo Montenegro, responsável pelas investigações, o automóvel estava saído da pista e apresentava colisão contra uma árvore, o que facilitou a formulação da principal hipótese investigativa.
Baseando-se nas evidências encontradas no local, a Polícia Civil trabalha com a teoria de que Fernando sofreu um acidente de trânsito. A configuração do cenário sugere que o motorista pode ter perdido o controle do veículo, saído da rodovia e impactado a árvore com força considerável.
A possibilidade de crime violento foi afastada pelas autoridades após análise preliminar. De acordo com o delegado Montenegro, os levantamentos periciais iniciais e as características do local não indicam sinais típicos de homicídio.
A dificuldade em acessar a área onde o carro foi encontrado contribuiu para o período prolongado de buscas. O corpo foi localizado somente após diligências intensivas realizadas pela Polícia Judiciária Civil, que contou com o apoio da população local.
O desaparecimento foi oficializado na Delegacia de Sapezal quando familiares e amigos manifestaram preocupação pela ausência de contato. A última vez que Fernando foi visto foi próximo à Borracharia JK, no município.
Segundo informações coletadas durante as investigações, ele estava a caminho de uma propriedade rural para realizar serviços, mas nunca chegou ao destino e tampouco retornou às suas atividades habituais. Isso motivou o registro formal do desaparecimento.
Após a localização e conclusão dos trabalhos periciais no local do achado, o corpo foi transferido ao Instituto Médico Legal (IML) para realização de exame de necropsia, que determinará as causas precisas da morte.
As investigações prosseguem sob a responsabilidade da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.
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