- Pela Redação
- 29/05/2023
Danilo Figueiredo do local e Márcio Eça da redação
O vereador Ilde Taques, presidente eleito da Câmara Municipal de Cuiabá, foi um dos alvos da operação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), realizada nesta terça-feira (20). A investigação apura suspeita de compra de apoio político na eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande.
O parlamentar afirmou que os agentes levaram apenas seu celular e negou que tenham encontrado qualquer material ilegal durante as diligências em sua casa ou em seu veículo.
“Eu respeito o trabalho das autoridades de segurança. Levaram apenas o meu celular”, declarou.
Ilde também comentou uma abordagem policial anterior, relacionada a um almoço do qual participou com o vereador Alex. Segundo ele, o encontro ocorreu em uma chácara, a convite de um amigo, e não teve relação com a eleição da Mesa Diretora.
“Não foi falado nada de articulação, nem da eleição da Câmara. Eu fui apenas convidado para um almoço, de última hora. Participei por menos de duas horas e fui embora”, afirmou.
Questionado sobre a possível apreensão de dinheiro durante a abordagem, o vereador voltou a negar irregularidades e sustentou que nada ilegal foi encontrado em sua casa ou em seu carro.
A operação do Gaeco tem como alvos 15 vereadores, sendo 13 de Várzea Grande e dois de Cuiabá. A investigação apura suspeitas de compra de apoio político na disputa pela Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande.
0 Comentários
Faça um comentário