- Pela Redação
- 29/05/2023
Danilo Figueiredo do local e Márcio Eça da redação
A vereadora Baixinha Giraldelli afirmou estar sofrendo discriminação por parte de colegas na Câmara Municipal, alegando dificuldades recorrentes para utilizar a tribuna e apresentar suas demandas. Segundo a parlamentar, problemas técnicos e burocráticos têm impedido sua participação nos debates, prejudicando sua comunicação com a população.
"Aqui você tem marcado seu tempo, são 10 minutos apenas, e já foi pedido para aumentar. Eu sempre chego mais cedo para conseguir me inscrever, mas todas as vezes acontece alguma coisa: ou trava meu computador, ou ocorre outro problema. Ainda fui lá e coloquei meu nome para falar na segunda sessão, mas não me chamaram", relatou.
A vereadora defende a ampliação do tempo de fala para que todos os parlamentares possam se manifestar de forma justa. "Se o regimento prevê 10 minutos, por que não aumentar para 15 ou 20? O vereador tem direito de falar. Estou aqui para trabalhar e mostrar para a população o que estou fazendo", afirmou.
Entre as pautas que a vereadora pretendia apresentar estão pedidos de infraestrutura, como tapa-buracos em diversos bairros, incluindo a Morada do Ouro. Giraldelli reforçou que o plenário é o espaço adequado para dar transparência ao seu trabalho e que não aceitará ser silenciada.
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