- Pela Redação
- 29/05/2023
O surgimento de uma nova figura abriu outro capítulo nas polêmicas sobre a herança do apresentador Gugu Liberato, que morreu em 2019. Após o recebimento de uma intimação na última semana, os três filhos de Gugu — João Augusto, Marina e Sofia — e sua irmã, Aparecida, tiveram conhecimento da reivindicação de um homem, identificado como Ricardo Rocha, de 48 anos, que alega ser filho do apresentador e oficializou o pedido de um teste de DNA.
Dono de uma concessionária que vende carros de alto padrão, Ricardo comercializa, há anos, automóveis de marcas famosas, como Porsche, Land Rover e BMW. Sua loja está localizada na região de Pirituba, na Zona Norte de São Paulo, e atualmente ele estaria viajando, segundo funcionários do estabelecimento.
O último registro do comerciante em seu perfil no Instagram foi o de um avião que sobrevoava a cidade de Teresina, no início de maio. No áudio da publicação, um comentário reflexivo fala sobre o tempo que se gasta com saúde para conseguir dinheiro e o tempo que se gasta com dinheiro para recuperar a saúde.
A figura de Ricardo Rocha ficou conhecida depois da última quarta-feira, quando aconteceu mais uma audiência para decidir se Rose Mirian teve uma união estável com Gugu Liberato e, portanto, se tem direito à herança do apresentador.
Durante a sessão, veio a novidade. Como noticiou a coluna de Mônica Bergamo, os familiares foram avisados ali mesmo de que um oficial de Justiça estava no local para entregar a eles uma intimação.
Assim, os quatro souberam que existia uma ação de investigação de paternidade “post mortem” contra Gugu Liberato, e que se tratava de Ricardo. O comerciante pede, no documento, o que lhe caberia na herança caso se prove que ele é, mesmo, irmão dos herdeiros já reconhecidos.
Para provar que também é filho de Gugu, ele solicita que os supostos parentes se submetam a exame de DNA. Caso se neguem, pede que o corpo do apresentador seja exumado para realização do teste.
Em nota, o advogado de Marina e Sofia Liberato, Nelson Wilians, diz que ainda está se inteirando sobre a ação de investigação de paternidade, mas não vê motivos para suas clientes não fazerem o teste de DNA.
“A princípio não há motivo de suas clientes se recusarem a colaborar com um pedido de realização de exame de DNA, caso seja pertinente perante a lei”, esclarece a nota.
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