- Pela Redação
- 29/05/2023
Márcio Eça do rufandobombonews
O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) afirmou que o partido deverá sofrer prejuízos nas eleições deste ano por ter rejeitado uma candidatura própria ao Governo de Mato Grosso, com o senador Jayme Campos na disputa.
Segundo Júlio, caso Jayme tivesse sido lançado ao Governo, o União Brasil teria condições de chegar ao segundo turno, disputar a vitória e ainda ampliar sua bancada nas eleições proporcionais.
“Vocês sabem muito bem, se o União Brasil tivesse lançado o Jayme Campos a governador, nós estaríamos no segundo turno, com chance de vitória e também elegendo uma maior bancada”, afirmou.
O deputado avaliou que a chapa do partido para a Câmara dos Deputados ficou enfraquecida e prevê a eleição de apenas um federal. Na avaliação dele, a vaga deverá ficar entre Fábio Garcia (União Brasil) e Nilson Leitão (PP).
“Aquela chapa só vai eleger, talvez, ou o Fábio Garcia ou o Nilson Leitão, que são os dois mais potenciais candidatos. Os restantes são candidatos suplementares”, disse.
Para a Assembleia Legislativa, Júlio também fez uma previsão pessimista. Segundo ele, o União Brasil deverá eleger apenas dois deputados estaduais.
“Aqui na Assembleia Legislativa, nós vamos fazer só dois deputados. Não tem como mentir. A nossa chapa é muito fraca”, declarou.
Júlio atribuiu o cenário ao número reduzido de candidatos na chapa proporcional do partido. Segundo ele, o União Brasil terá cerca de 10 nomes, enquanto outras siglas teriam reunido entre 19 e 25 candidatos.
Na avaliação do deputado, uma candidatura própria de Jayme Campos ao Governo teria fortalecido a legenda e aumentado as chances de eleição de candidatos do partido para a Câmara e a Assembleia.
“Esse é o preço” de não ter lançado candidatura própria, resumiu Júlio.
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