- Pela Redação
- 29/05/2023
O governador eleito do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco (PL-RS), destacou em entrevista à CNN a importância de os executivos estaduais eleitos pela "direita conservadora" no primeiro turno atuarem de forma unificada em torno de objetivos compartilhados, independentemente do resultado da eleição presidencial.
Durante a entrevista concedida nesta sexta-feira (16), Zucco enfatizou que os líderes da "onda azul" precisam dialogar com a administração federal sobre demandas estratégicas para os estados, incluindo a instituição do Fundo Constitucional Sul-Sudeste e a revisão dos débitos estaduais perante o governo central.

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"Vamos manter conversas enquanto governadores de estado, mas também funcionando como um bloco coeso. Possuímos agendas regionais específicas, principalmente a criação do Fundo Sul-Sudeste e o reajuste das dívidas com a administração federal", declarou o político.
O futuro governador gaúcho reafirmou que, ao assumir as responsabilidades do Palácio do Piratini, exercerá sua liderança estatal de maneira técnica, transcendendo questões de orientação política.
Conforme a perspectiva de Zucco, embora tenha conquistado a vitória em primeiro turno no Rio Grande do Sul, o momento político decisivo reside no segundo turno presidencial, agendado para 25 de outubro. Em seu diálogo com a CNN, o ex-deputado federal reforçou seu engajamento continuado na campanha de Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência.
O eleito governador caracterizou as ações recentes de Lula como de caráter "populista" e manifestou preocupação com a forma que considera irresponsável de governar. Zucco também criticou o que definiu como "campanha massiva de desinformação promovida pela esquerda".
"Existe um volume tão grande de inverdades que nos causa inquietação diante da angústia demonstrada por eles. Lula igualmente comete exageros nas informações, afirmando publicamente que seus ministros o mantiveram alheio sobre questões referentes ao Bolsa Família", finalizou.
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