- Pela Redação
- 29/05/2023
As pesquisas eleitorais funcionam como um termômetro da eleição, ajudando a entender o cenário da disputa. Mas afinal, elas acertam o resultado? Quem as contrata? Para que servem? Felipe Nunes, diretor da Quaest e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), esclarece essas dúvidas em vídeo explicativo.
O g1 inicia neste domingo uma série de 50 vídeos verticais com explicações sobre os principais temas das eleições de 2026, um por dia até o 1º turno em 4 de outubro. Os conteúdos abrangem o funcionamento das pesquisas eleitorais, as regras para uso de redes sociais e inteligência artificial nas campanhas, os cargos em disputa, o funcionamento do Congresso, as diferenças nas eleições de deputados e senadores, além de orientações para o dia da votação.
No primeiro vídeo sobre pesquisa eleitoral, o professor Felipe Nunes detalha a diferença entre a pesquisa espontânea, na qual o entrevistado responde em quem pretende votar sem receber uma lista de nomes, e a pesquisa estimulada, em que escolhe entre os candidatos apresentados pelo entrevistador.
As pesquisas são realizadas por institutos especializados e podem ser contratadas por veículos de imprensa, empresas e outros interessados. Durante as eleições de 2026, a Globo, o g1, a GloboNews e emissoras afiliadas publicarão 130 pesquisas da Quaest e do Datafolha cobrindo a disputa pelo Senado, governos de todos os estados e do Distrito Federal, além da Presidência da República, reafirmando o compromisso de informar sobre o andamento da corrida eleitoral.
Nunes também explica que, durante o período eleitoral, as empresas de pesquisa devem seguir as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Informações sobre a metodologia, quem contratou e quem financiou o levantamento ficam disponíveis para consulta no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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