- Pela Redação
- 29/05/2023
O senador eleito por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL), confirmou neste sábado (31) seu posicionamento favorável à candidatura de Rogério Marinho (PL) para a liderança do Senado Federal, logo após visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está sob regime domiciliar cumprindo sentença.
Em declarações públicas, Carlos reiterou a importância da eleição que se aproxima no Senado, destacando que Rogério Marinho representa os interesses da bancada. "A gente tem uma eleição no Senado agora. Nosso candidato é o Rogério Marinho e a gente vai seguir essa linha para que a gente possa defender, minimamente, tudo aquilo que a gente acredita, tudo aquilo que a gente prometeu para vocês. A luta vai continuar", declarou.

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Através de vídeo divulgado nas plataformas digitais, o senador também abordou questões de saúde do pai, expressando preocupação com sua condição física. Relatou que Bolsonaro apresenta episódios recorrentes de soluço, que atribui ao impacto emocional da situação atual. "Os soluços dele voltaram, é claro que devido às circunstâncias que acabam afetando o psicológico dele, essas coisas acontecem. Me assusta um pouquinho o crescimento da barriga dele", comentou Carlos.

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De acordo com o relato de Carlos, o ex-presidente manifestou saudade de seus filhos mais velhos. Flávio Bolsonaro, que concorreu à presidência na semana anterior e não venceu, teria deixado o Brasil em direção aos Estados Unidos. Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, também residiria atualmente no exterior. "Hoje é sábado, dia 31 de outubro, ele falou que está com muita saudade do Flávio. Ele não é muito de falar isso, mas as coisas vão cada vez pesando mais. Falou do Eduardo também", revelou o senador.
Carlos também se pronunciou sobre questões políticas relacionadas ao seu pai, preferindo não adentrar em detalhes, focando principalmente em aspectos pessoais. "Em relação a política, não quero que façam maldade com ele. Então deixo do jeito que tá. Dizer que ele tá seguindo a vida dele, preocupando a cada dia, a mim, uma coisa pessoal minha, a saúde dele mental e física. E a gente vai tocando", afirmou.

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Bolsonaro foi detido no encerramento do ano anterior e, desde março do presente ano, cumpre sentença de 27 anos e três meses em regime domiciliar, após condenação relacionada à tentativa de golpe de Estado.
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