Wellington segue Jayme e cobra Pivetta por provas sobre “pedágio” de 30% em emendas

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Redação do rufandobombonews 

As declarações do vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, de que haveria políticos no estado cobrando até 30% de propina na liberação de emendas parlamentares repercutiram negativamente entre senadores e pré-candidatos ao governo.

O primeiro a reagir foi Jayme Campos, que classificou a fala como leviana e cobrou que Pivetta “dê nomes aos bois” para sustentar a acusação. Segundo ele, insinuações sem provas colocam em dúvida a credibilidade de quem as faz.

Na sequência, Wellington Fagundes também se manifestou, reforçando a necessidade de responsabilidade em declarações públicas. O senador afirmou que acusações sem comprovação são perigosas e podem resultar em responsabilização.

“Para fazer qualquer afirmação, tem que ter responsabilidade. Acusações sem prova são muito perigosas. Quem acusa precisa provar e apontar nomes”, disse.

Fagundes ainda alertou para o impacto institucional das declarações, destacando que Pivetta pode assumir o governo em breve. “Ele tem a perspectiva de assumir o governo. Começar dessa forma levanta dúvidas sobre que tipo de gestão pretende fazer”, criticou.

Jayme Campos, por sua vez, também rebateu qualquer insinuação contra sua conduta, afirmando ter uma trajetória pública sem irregularidades e destacando a destinação de recursos aos municípios. Ele desafiou: “Se houver um prefeito que diga que recebeu qualquer vantagem indevida, eu renuncio ao mandato”.

Ambos os senadores convergem na cobrança: se há irregularidades, os responsáveis devem ser identificados e investigados. Caso contrário, as declarações correm o risco de serem interpretadas como acusações genéricas sem fundamento.

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