Paulo Araújo diz que áudio vazado é criminoso, afirma que fala foi tirada de contexto

Áudio vazado



Márcio Eça do rufandobombonews 

Após a repercussão nas redes sociais e em veículos de comunicação de um áudio vazado, o deputado estadual Paulo Araújo negou ter afirmado que o governador Mauro Mendes não estaria preocupado com os servidores públicos. Segundo o parlamentar, a gravação foi feita de forma clandestina, está fora de contexto e será alvo de providências legais.

De acordo com Paulo Araújo, o áudio divulgado corresponde a um recorte de cerca de três minutos de uma conversa privada que durou aproximadamente 30 minutos, ocorrida em ambiente de trabalho e com caráter reservado. O deputado afirmou que a gravação irregular configura crime e disse que irá registrar um boletim de ocorrência, além de solicitar providências à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

“Gravação criminosa, irregular. Inclusive vou pedir à Assembleia Legislativa que tome providências. Gravar de forma irregular é crime, eu sou uma autoridade”, afirmou. O parlamentar também criticou jornalistas ou pessoas que utilizam gravações clandestinas, defendendo que esse tipo de prática seja reprimido, inclusive pelo sindicato da categoria.

Ao comentar o conteúdo do áudio, Paulo Araújo reforçou que não há novidade no posicionamento do governador Mauro Mendes, que, segundo ele, sempre deixou claro que governa para toda a sociedade. “O governador trabalha para 100% da sociedade. Na conversa, eu disse que 98% da população de Mato Grosso não é servidor público e que existe uma crítica da sociedade em relação ao segmento, especialmente sobre salários”, explicou.

O deputado destacou ainda que é servidor público e que sempre defendeu a categoria. “Tudo que tiver relação com servidor público, é lógico que eu sempre vou apoiar. Mas também precisamos trabalhar para fazer as entregas que a população espera”, disse.

Por fim, Paulo Araújo reiterou que a polêmica foi criada a partir de um recorte descontextualizado e voltou a condenar a divulgação de gravações clandestinas. “Na minha opinião, esse tipo de prática deve ser repreendida”, concluiu.

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