- Pela Redação
- 29/05/2023
Redação
O governador de Mauro Mendes (União) voltou a afirmar que Mato Grosso não possui capacidade financeira para quitar os mais de 17% referentes aos reajustes inflacionários da Revisão Geral Anual (RGA) não concedidos desde 2017 aos servidores públicos estaduais.
O tema, que ganhou destaque no início do ano, retornou ao centro do debate após o pré-candidato ao governo, Wellington Fagundes (PL), declarar que pretende quitar integralmente o passivo acumulado, caso seja eleito.
Em tom crítico, Mauro Mendes classificou a proposta como irresponsável do ponto de vista fiscal. “Eu acho engraçado alguns políticos, né? Que querem reduzir receita e aumentar despesa. Vai quebrar o Estado. Político assim quebra o Estado”, disparou.
O governador ainda fez comparações com gestões anteriores e alertou para o impacto financeiro das medidas sugeridas. Segundo ele, propostas que reduzem arrecadação e elevam despesas, como a quitação da RGA, poderiam gerar um rombo bilionário nas contas públicas.
“Já vi proposta que tira R$ 3 bilhões da arrecadação, enquanto a RGA representa cerca de R$ 4 bilhões em despesas. No segundo ano, Mato Grosso está quebrado”, afirmou.
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