- Pela Redação
- 29/05/2023
Redação do rufandobombonews
O candidato a prefeito de Cuiabá pela União Brasil, Eduardo Boteiro, preferiu não fazer comentários sobre a polêmica votação na Câmara dos Deputados que resultou na manutenção da prisão do deputado federal Chiquinho Brazão, acusado de ser mandante da execução da vereadora Marielle Franco. Embora evitasse entrar na discussão, Boteiro afirmou que, se fosse deputado federal, teria votado pela manutenção da prisão, destacando a gravidade do crime contra a mulher e a necessidade de punição.
O candidato ressaltou a seriedade do crime e sua falta de sentido, afirmando que o responsável deve permanecer preso. Ele destacou que, dentre os parlamentares mato-grossenses, apenas a deputada Gisela Simona e os deputados Juarez Costa e Emmanuelzinho votaram pela manutenção da prisão de Chiquinho Brazão. Os demais, incluindo Abílio Brunini, Amália Barros, Coronel Assis, Coronel Fernanda e José Medeiros, votaram contra a permanência do deputado na prisão.
Botelho seguiu a mesma linha do governador Mauro Mendes ao criticar o posicionamento dos deputados, especialmente do deputado federal Coronel Assis, do União Brasil. Mauro manifestou que votaria pela manutenção da prisão de Chiquinho Brazão, opinião compartilhada pela primeira-dama do estado, Virgínia Mendes, que questionou se os parlamentares agiriam da mesma forma se a situação envolvesse suas próprias esposas. Botelho parece estar alinhado com Mauro e Virgínia em relação ao caso Chiquinho Brazão.
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