- Pela Redação
- 29/05/2023
O influenciador Rico Melquiades concretizou sua saída do Brasil na noite desta segunda-feira (26/10), embarcando em um voo para um destino ainda não revelado. Porém, durante a jornada, demonstrou certos sinais de arrependimento pela decisão de deixar o país, expressando seus sentimentos através das redes sociais com mensagens que geraram repercussão entre seus seguidores.
Em publicação nos stories do Instagram, o ex-participante do reality show Fazenda compartilhou seu desconforto emocional: "Vontade de chorar. Por que fui dizer que ia sair do Brasil, hein?", questionou com semblante visualmente entristecido, revelando a complexidade de seus sentimentos naquele momento.

Apesar do arrependimento aparente, Rico adiantou aos seus seguidores qual será seu próximo passo após retornar ao território nacional. Segundo suas declarações, sua volta ao Brasil será marcada por uma mudança de rumo profissional: "Breve estou de volta, e já adianto que irei me filiar ao partido PL. Na próxima eleição eu vou me candidatar. Aguardem", anunciou oficialmente o influenciador.

A filiação ao PL o alinharia politicamente com a base bolsonarista, integrando-se ao partido que conta com nomes proeminentes como o senador Flávio Bolsonaro. Essa movimentação marca uma transição significativa na trajetória de Rico, migrando do universo dos influenciadores digitais para a esfera política institucional.

Em seu comunicado, Rico também teceu críticas ao posicionamento de seus pares no mercado de influência: "Me orgulho ter me posicionado politicamente, e bato palmas para os influenciadores de esquerda que também se posicionaram. Vergonha foram os influenciadores que, por medo de cancelamento, deixaram de se posicionar, ficaram caladinhos", avaliou.

Quanto ao destino final de sua viagem, o influenciador manteve total discrição, não divulgando informações específicas sobre seu novo local de residência. A companhia aérea utilizada opera conexões para múltiplas regiões como América do Sul, América Central, América do Norte, Europa e continente africano, mas não oferece rotas diretas para o Oriente Médio ou Ásia, deixando em aberto as possibilidades geográficas.
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