- Pela Redação
- 29/05/2023
CNN Brasil
O código de ética sugerido pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, não tem apoio para ser aprovado.
Hoje, a maioria dos integrantes da Suprema Corte defende que o assunto não seja tratado neste ano e avaliam que foi um erro o presidente ter acelerado a discussão.
O diagnóstico já foi transmitido ao ministro nos últimos dias. Por isso, o almoço para discutir a elaboração das medidas de conduta foi adiado.
Hoje, apenas a ministra Cármen Lúcia, relatora do código de ética, defende publicamente o conjunto de regras de disciplina.
Nos bastidores, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e José Dias Toffoli são os mais resistentes. Os demais ministros têm trabalhado por um entendimento.
Mas até neste grupo há a avaliação de que as normas de conduta não têm apoio suficiente e de que talvez seja o caso de deixar a discussão para o ano que vem.
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