- Pela Redação
- 29/05/2023
A nova pesquisa Quaest desta quarta-feira (10) em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera no segundo turno com 44% sobre Flávio Bolsonaro (PL), que tem 38%, acendeu o sinal de alerta na campanha do Partido Liberal (PL).
A avaliação realista entre lideranças da oposição ouvidas pelo blog é de que a pesquisa mostra um desgaste consolidado em relação a dois episódios específicos:
A avaliação entre integrantes do PL é que a pesquisa também mostrou que Flávio tem um "piso consistente", mesmo depois dessa avalanche de notícias negativas.
Ele aparece com 29% no primeiro turno contra 39 % de Lula em um dos cenários.
“Isso garante Flávio no segundo turno com folga. Mas o desafio será reduzir a rejeição”, reforçou outro interlocutor de Flávio Bolsonaro.
Outro recorte da pesquisa Quaest mostra que 47% dos entrevistados dizem concordar mais com Lula que acusa Flávio Bolsonaro de ter pedido o novo tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil.
Outros 35% afirmam concordar mais com Flávio, que diz ter pedido ao presidente americano Donald Trump para não importar novas tarifas ao país. Os que não souberam responder ou não quiseram se manifestar somam 18%.
O levantamento questionou os eleitores sobre a divulgação de áudios e mensagens envolvendo o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o banqueiro; a visita de Flávio à casa de Vorcaro; e os repasses de R$ 61 milhões para o filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Para 65 % dos entrevistados, Flávio Bolsonaro (PL) errou e devia ter evitado ter pedido dinheiro a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o filme.
Mesmo em relação à classificação das facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, a percepção é que essa classificação teria que ser feita pelo Brasil e não pelo governo americano.
Para integrantes do Planalto e da oposição há coerência nos números.
Na economia, o pacote de bondades em ano eleitoral começa a fazer efeito com reflexos positivos do programa "Desenrola 2.0", programa de renegociação de dívida, no endividamento das pessoas e também das medidas de isenção de imposto de renda.
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