- Pela Redação
- 29/05/2023
Redação
O site Olhar Direto, em matéria assinada pelo jornalista Jardel P. Arruda, fez um recorte regional da mais recente pesquisa AtlasIntel para o Governo de Mato Grosso e mostrou como a disputa se comporta nas diferentes regiões do Estado.
Os números revelam um cenário regionalizado, com os três principais candidatos apresentando desempenhos distintos conforme o colégio eleitoral analisado.
Na Capital, Otaviano Pivetta aparece na liderança, com 41,3%, contra 28,9% de Wellington Fagundes e 19,3% de Natasha Slhessarenko. A vantagem de 12,4 pontos sobre o candidato do PL coloca Cuiabá entre os recortes em que Pivetta apresenta maior distância em relação aos adversários.
Já na Região Intermediária de Cuiabá, que exclui a Capital, o cenário se inverte. Natasha lidera com 38,9%, seguida por Pivetta, com 27,6%, e Wellington, com 17,2%. É justamente nesse agrupamento que a candidata do PSD registra seu melhor desempenho regional.
Wellington dispara no Sul e Araguaia
A maior diferença entre os candidatos aparece no recorte que reúne as regiões de Rondonópolis e Barra do Garças. Wellington Fagundes alcança 49,8%, enquanto Pivetta soma 24,4% e Natasha, 16,9%.
A diferença de 25,4 pontos percentuais entre Wellington e Pivetta é a mais expressiva entre os principais candidatos nos recortes apresentados pela pesquisa.
Cáceres e Sinop têm disputas mais apertadas
Em Cáceres, Wellington aparece numericamente na frente, com 38,7%, contra 35,4% de Pivetta. Natasha registra 24,3%. A diferença entre os dois primeiros colocados é de apenas 3,3 pontos percentuais.
Já em Sinop, Wellington também lidera, com 39,1%, enquanto Pivetta aparece com 32,3% e Natasha com 15,8%. A vantagem do candidato do PL sobre Pivetta é de 6,8 pontos.
O recorte regional mostra, portanto, um mapa eleitoral dividido, com Pivetta mais forte na Capital, Natasha se destacando na Região Intermediária de Cuiabá e Wellington apresentando sua maior força no Sul e Araguaia, além de liderar numericamente em Cáceres e Sinop.
A própria análise destaca que os números regionais devem ser interpretados com cautela, já que a pesquisa informa margem de erro de 3 pontos percentuais para a amostra geral, sem apresentar margem específica para os cruzamentos por região.
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