- Pela Redação
- 29/05/2023
Mato Grosso permanece sob alerta laranja de perigo devido à baixa umidade do ar neste sábado (15), enquanto o Instituto Nacional de Meteorologia monitora sinais de possível onda de calor em diversas regiões brasileiras. O aviso indica umidade relativa do ar oscilando entre 20% e 12%, situação que amplifica riscos para a saúde da população e para ocorrências de incêndios em áreas de vegetação.
O período de vigência começou às 12h de sexta-feira (14) e segue até às 18h de sábado. Além de extensa porção de Mato Grosso, a recomendação abrange o centro-norte e leste de Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.
Conforme informações do Inmet, há aumento progressivo das temperaturas na maior parte das regiões Norte, Centro-Oeste, no interior nordestino e na porção oeste do Sudeste, simultaneamente à queda nos níveis de umidade atmosférica.
O instituto acompanha a progressão de possível onda de calor em certos territórios nacionais. Regiões do centro-leste amazônico, oeste paraense, áreas do Centro-Oeste e Sudeste, bem como o estado do Paraná, encontram-se entre as que poderão registrar patamares térmicos significativamente superiores à normalidade.
O Inmet ressalta que, até o presente momento, nenhuma onda de calor foi oficialmente confirmada. Para tal caracterização, é imprescindível que as máximas termométricas mantenham-se no mínimo 5°C acima da média histórica durante um período consecutivo de cinco dias. Nenhuma estação do instituto registrou essa persistência até agora.
Previsão para domingo com tempo firme
No domingo (16), a meteorologia indica permanência de céu ensolarado, ar seco e condições quentes em toda a região Centro-Oeste, com reduzida nebulosidade ao longo da jornada.
As projeções apontam para manutenção dessas condições atmosféricas estáveis, consolidando temperaturas altas e mantendo reduzidos os índices de umidade relativa do ar tanto em Mato Grosso quanto nos demais estados circunvizinhos.
Orientações para proteção da população
Durante o período de validade do aviso, a umidade relativa do ar está prevista entre 20% e 12%. Esses patamares críticos provocam ressecamento cutâneo e desconforto nas mucosas oculares, bucal e nasal, simultaneamente ao incremento do risco de focos incendiários em vegetação nativa.
As autoridades recomendam intensificar a ingestão de líquidos, suspender exercícios físicos vigorosos nos períodos de maior calor e secura, além de manter vigilância constante contra possíveis ocorrências de fogo em áreas verdes.
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