Diretor do Miss Brasil Supranacional explica motivos da saída de Lara Marina por gravidez

Chefe da organização detalha as razões por trás da decisão de destituir a miss devido aos riscos da gestação.



Juliano Crema, responsável pela direção do Miss Brasil Supranational, se pronunciou a respeito da destituição de Lara Marina. Ao conversar com a jornalista Monique Arruda, do portal LeoDias, ele detalhou que o certame segue diretrizes estabelecidas internacionalmente. O diretor enfatizou que a ação visava proteger a miss diante dos potenciais perigos que uma competição de tal magnitude representa durante a gestação.

Conforme mencionou Juliano, a instituição adota normas internacionais, que também vigoram na competição realizada em território brasileiro. "Representamos o Miss Supranational aqui no Brasil, e as regras são explícitas. Eles permitem mulheres que já foram mães, porém não aceitam candidatas grávidas", esclareceu.

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O líder da organização também ressaltou que a normativa objetivava salvaguardar Lara durante a gravidez. "Considere a situação: essas meninas têm uma agenda intensa de treinamentos e atividades nas competições, passam o tempo todo usando salto alto, e suponha se uma miss gestante acaba sofrendo uma queda. Sabemos que existem riscos para o bebê", justificou.

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Crema igualmente trouxe à tona a intensa agenda de deslocamentos característica dos concursos. "Além disso, o certame é internacional, envolvendo voos de mais de dez horas de duração. Logo, na prática, há consideráveis perigos em uma candidata gestante tomar parte dessas competições", mencionou.

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Em conclusão, o diretor reiterou que Lara conhecia as exigências previamente. "A Lara assinou o contrato tendo ciência das normas para competir, e nós, como instituição responsável, nos comprometemos em respeitar as regulamentações. Portanto, o regimento do concurso é amplamente valorizado", destacou.

Contexto do caso

Após conquistar a coroa, a modelo natural do Espírito Santo foi removida do cargo de Miss Brasil por deliberação do Concurso Nacional de Beleza (CNB), que constatou o não cumprimento de um dos critérios exigidos pela organização. A decisão ocorreu logo após Lara participar da disputa mundial, realizada na Polônia, onde alcançou a terceira colocação.

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