Dilemário Alencar denuncia desvio de R$ 220 milhões na saúde e pede prisão de Emanuel Pinheiro

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Redação 

O vereador Dilemário Alencar (Podemos) fez duras críticas à gestão municipal durante sua intervenção na sessão da Câmara Municipal nesta quinta-feira (14). Ele abordou as graves denúncias de desvio de verbas na ordem de R$ 220 milhões na Secretaria Municipal de Saúde e renovou seu pedido pela prisão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).

"O Ministério Público trouxe à tona denúncias contundentes de desvio milionário na saúde. As provas desse roubo desumano são irrefutáveis. Essa corrupção criminosa, sem dúvida, custou vidas nas unidades de saúde. Por isso, reitero meu apelo às autoridades competentes: prisão imediata do prefeito Emanuel Pinheiro, pois permitir sua permanência no cargo pode resultar em mais mortes", enfatizou Dilemário.

O vereador destacou ainda que Emanuel Pinheiro enfrenta 62 acusações relacionadas à administração pública, sendo alvo de 19 operações policiais em secretarias da prefeitura. Além disso, o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) reprovou suas contas devido a um déficit de R$ 1,2 bilhão em dívidas com fornecedores e por falta de recolhimento de tributos como INSS e FGTS.

"Não faltam motivos para a cassação e prisão do prefeito. A cidade arrecada mais de R$ 4 bilhões anualmente, porém, a gestão corrupta e ineficiente de Emanuel levou Cuiabá ao abandono. Ruas tomadas por buracos, matagais proliferando, e o caos na saúde novamente instalado", lamentou o vereador.

Dilemário também criticou o comportamento de Emanuel Pinheiro, que tem utilizado os meios de comunicação para atacar membros do poder judiciário, Ministério Público e até mesmo o governador Mauro Mendes e sua família.

"O prefeito, envolvido em escândalos de corrupção, ataca indiscriminadamente. Ele tenta desviar o foco de sua própria situação, atacando o governador e sua família. No entanto, esquece-se de enfrentar as graves acusações contra sua esposa, a primeira-dama Márcia Pinheiro, proibida pela justiça de acessar a prefeitura devido a escândalos na saúde", concluiu Dilemário Alencar.

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