Investigação do Banco Master permanece estagnada há um mês no STF; confira os detalhes

Processos sobre o caso Master aguardam análise na presidência do STF desde 12 de setembro



A investigação envolvendo o extinto Banco Master encontra-se paralisada na presidência do STF (Supremo Tribunal Federal) há trinta dias, período em que o ministro Edson Fachin mantém sob sua responsabilidade a análise de inquéritos e ações judiciais relacionados à instituição financeira.

Desde o dia 12 de setembro, o magistrado tem retido decisões sobre solicitações de soltura de investigados e demais procedimentos do caso, que continuam à espera de uma manifestação da Corte Suprema.

Recentemente, a assessoria jurídica do ex-presidente do Master Daniel Vorcaro reiterou seu pedido ao presidente da Corte para que encaminhe ao ministro André Mendonça, antigo responsável pelo caso, uma moção de liberdade do banqueiro visando análise e possível deferimento.

Além de Vorcaro, cinco outros acusados em custódia protocolaram petições objetivando a revisão de suas detenções preventivas, solicitando a avaliação de recursos já protocolados.

Nas petições apresentadas, os advogados dos acusados apontam a demora processual e a falta de clareza sobre o prosseguimento das ações após a interrupção determinada pelo chefe do Supremo.

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