- Pela Redação
- 29/05/2023
Uma pesquisa conduzida pela AtlasIntel em parceria com o Estadão e divulgada recentemente demonstra que a ministra Cármen Lúcia figura como a única integrante do Supremo Tribunal Federal com índices de aprovação superiores aos de rejeição.
De acordo com o levantamento, Cármen Lúcia alcança 47% de avaliação favorável, empatando tecnicamente com o ministro André Mendonça, também com 47%, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. Contudo, enquanto a ministra registra 38% de desaprovação, Mendonça apresenta 48%, consolidando a vantagem de Cármen Lúcia como única com saldo positivo.

Gilmar propõe que STF analise caso de usinas após mensagens sobre Kassio
Na sequência da avaliação, o ministro Flávio Dino apresenta 44% de aprovação contra 50% de rejeição. Alexandre de Moraes aparece com 36% de imagem positiva e 59% negativa, enquanto Luiz Fux registra 36% de aprovação diante de 49% de desaprovação.
Cristiano Zanin é avaliado positivamente por 34% dos entrevistados, tendo 48% de avaliação negativa. O decano Gilmar Mendes soma 26% de aprovação contra 59% de rejeição, enquanto Edson Fachin alcança apenas 22% de favorabilidade com 54% de reprovação.

Fux será relator de ação sobre acesso de Vorcaro e Viviane Moraes ao Senado
Os ministros com menor aceitação pública são Kássio Nunes Marques, com 12% de aprovação e 63% de rejeição, e Dias Toffoli, que fecha o ranking com apenas 5% de imagem positiva contra 79% de negativa.

Zambelli pede ao STF retorno ao Brasil para votar no primeiro turno
Quando questionados sobre a instituição como um todo, 61% dos respondentes afirmaram não confiar no trabalho executado pelos ministros da Corte. Os que demonstram confiança no Supremo Tribunal Federal somam 27,8%, enquanto 11,1% não souberam ou não responderam ao questionamento.
O instituto AtlasIntel entrevistou 1.852 eleitores entre 17 e 21 de setembro através de recrutamento digital. A margem de erro estabelecida foi de dois pontos percentuais para mais ou menos, com nível de confiança de 95%. O estudo foi financiado com recursos próprios do instituto.
0 Comentários
Faça um comentário